. “Quando o assunto é economia a maioria está sempre errada” – John Kenneth Galbraith

Falei para um amigo interssado em economia há cerca de 2 meses: Em 2012 o barco vai afundar e é bom estar preparado. Ele disse que não, que vai dar tudo certo, mas não me deu nenhum motivo palpável para isso.

Já via sinais que uma nova crise iria estourar em 2012. Crise é como Tsunami, se você já passou por um você percebe que se estiver na praia quando o mar começa a recuar é melhor correr. O que tenho visto há alguns meses é o mar recuando. A crise das companias aéreas, a crise na Grécia e agora o começo da crise na União Européia.

A Crise de 2012 crise angeli thumb4

Como procuro me informar sobre tsunamis, mas não sou especialista no assunto, comecei a perguntar aqui e ali como quem não quer nada à amigos que trabalham no mercado financeiro. Todos foram unânimes: Em 2012 a crise vai voltar.

Se a crise de 2008 passou de raspão na Austrália e no Brasil, em 2012 parece que o tiro desta vez acerta pelo menos o pé. A Austrália é muito dependente do mercado Chinês, até então aparentemente não tão afetado pela crise anterior. Desta vez investidores estão preocupados com o uma crise na China. Eles acreditam na a possibilidade de uma bolha de ativos e a chance de que dela estourar em algum momento no próximo ano. Um amigo (todas as vezes que eu me referir a amigo no texto significa um amigo que trabalha em banco ou no mercado financeiro) disse que o mercado imobiliário na China está super inflado e aparentemente estoura em 2012.

A Crise de 2012 comida simon thumb3

É natural esta preocupação com a possibilidade de uma bolha de ativos na China, afinal foi um dos motivos que levou à crise de 2008 que se iniciou nos EUA. A China tem um enorme quantidade de dinheiro circulando no mercado, mas uma enorme quantidade tem sido desviado para a especulação no mercado imobiliário e o mercado de ações. Não vou me alongar na questão da China, mas indo direto ao ponto, se a crise de 2012 atingir a China – e tudo indica que vai – ninguém sabe o que esperar, mas certamente atingirá mercados que passaram quaseinabalados pela crise de 2008 como a Austrália e o Brasil.

Quando a crise vai acontecer efetivamente eu não sei, se fosse para apostar eu diria que ela será sentida um pouco depois do que os especialistas apontam, lá para o final de 2012, começo de 2013, pois em novembro acontecem as eleições para presidente nos EUA e naturalmente o governo Obama fará de tudo para empurrar toda sujeira que puder para debaixo do tapede deixando a bomba explodir depois das eleições. Por que isso? Por que qualquer partido no poder prefere ter um crescimento menor, ou uma perda maior e deixar o povo feliz, do que fazer a faxina na economia visando uma recuperação de longo prazo e perder a eleição. Contudo, as cartas não estão apenas na mão dos Estados Unidos, então tudo pode acontecer.

Mas voltando às conversas de pub com meus amigos da área econômica, a quase totalidade me disse que as empresas onde eles trabalham vão demitir cerca de 30% dos funcionários em 2012, isso por si só pode gerar uma bola de neve de desempregos que pode causar um considerável impacto na economia australiana, pois todos eles trabalham em grandes empresas e se estas empresas já estão planejando etse nível de demissões para 2012, pode ter certeza que todas as outras também estão. Nada alarmante como acredito que será em países como os EUA e em alguns países da Europa, nestes lugares a situação tende a ficar pior do que de 2008.  A maior preocupação do Banco Central Australiano atualmente é a crise da zona do euro que impulsionou os cortes da taxa de juros em novembro.  Contudo os bancos australianos estão evidentemente muito mais preocupados com as projeções para 2012 do que o Banco Central. Por que isso? Por que primeiro o governo australiano acredita que as medidas que estão sendo tomadas na Europa serão suficientes para conter uma grande crise européia, além disso, enquanto tudo estiver correndo bem para a China a Austrália não tem tanto com o que se preocupar.

A Crise de 2012 santa resume

Como disse o Governador do Banco Central Australiano Ric Battellino:

“Eu continuo confiante que a Austrália, com suas finanças públicas fortes, sistema bancário resiliente, exposições relativamente baixa para os países problemáticos e fortes ligações com mercados asiáticos dinâmicos, a Austrália está bem posicionada para lidar com eventos que podem se desdobrar no próximo ano”.

O que acontece é que os bancos australianos tinham muito pouca exposição à dívida europeia, com títulos do governo das nações com maior risco: Grécia, Irlanda, Itália, Portugal e Espanha, representando apenas 0,2% dos ativos bancários da Austrália.

Veja a lista das maiores economias do mundo em 2012 e veja o crescimento do Brasil na lista.

Contudo, como eu disse, tudo vai depender de como a crise irá atingir países asiáticos como China e Japão no próximo ano.

O que a maioria dos economistas concordam é que haverá sim uma crise em 2012, e o pior não é saber quando ou como ela vai começar, mas sim quando vai terminar.

Em entrevista ao jornal Estado de São Paulo com Luís Stuhlberger, gestor/sócio da Hedging Griffo

“Esse negócio vai acabar muito mal. Só não sabemos quando e onde, porque não há precedente, não há previsibilidade. Se eu consigo saber o fim da estrada, que será um desastre monumental, por que eu não sei o meio da estrada? Aliás, nem eu nem ninguém. Parto de algumas premissas das coisas que tenho mais certeza para outras que tenho menos certeza. A primeira coisa clara para mim é que, de alguma forma, sempre quem paga a conta é o dinheiro. Isso não quer dizer que é para comprar ouro, que não vai resolver. Dinheiro sempre é o que perde mais porque é papel. A outra conclusão é que o euro vai ser o grande perdedor – mas ainda não sei quem vai ser o vencedor. A terceira conclusão é que os bancos europeus, no geral, vão ter de ser estatizados. Não quebra ninguém. A quarta conclusão – e essa é binária – é que ou o euro acaba (e sobram 17 moedas nacionais) ou haverá uma monetização (ou seja, impressão de dinheiro pelos governos). Mas esses são dois caminhos totalmente opostos e suas consequências no mercado, também. Temos, portanto, cenários que são ‘isso e aquilo’ e cenários que são ‘isso ou aquilo’. Então, tento começar a comprar opções. Onde eu posso estar muito errado? Esse negócio ficar em conta-gotas por meses. É que, nesse cenário, você compra seguro e acaba perdendo o prêmio. Quem ganha é a seguradora. O raciocínio de gerir dinheiro é baseado em certezas, timings, coisas binárias.”

Tod0 este cenário desolador se deve em muito à ganância e relapsidade de países como os EUA, principalmente no governo Bush e a má administração pública na Europa, principalmente em países como Grécia, Itália e Espanha. Por exemplo, na Grécia o trabalhador se aposentava com 55 anos de idade recebendo o mesmo salário, se trabalhava apenas 30 horas por semana e as férias eram maiores do que em qualquer outro país da Europa. A Grécia possui uma dívida de $30.000 euros per capita. Alguém sempre terá que pagar a conta de todos estes benefícios. Já a Espanha por exemplo gastou $1.5 bilhão de dólares na construção de um aeroporto à 150 km de Madri com o objetivo de atrair o turismo e gerar crescimento econômico na região próxima ao aeroporto. Hoje apenas uma companhia aérea usa este aeroporto com apenas 3 voos diários e mesmo esta disse que irá interromper suas atividades na região em 2012. Nos EUA o governo Bush deu praticamente carta branca a todas as raposas do mercado financeiro para agirem livremente na economia. Em outras palavras quase nenhuma transação era regulada.

Ao meu ver os EUA são os maiores responsáveis pela crise mundial, não apenas pela sua atuação no mercado, mas também pelo estilo econômico que criaram que gerou uma ganância capitalista sem tamanho ou precedentes.

 A Crise de 2012 angeli crise americana

Quando se fala do papel dos EUA na crise mundial fica difícil não achar culpados, que vão desde banqueiros, passando por políticos, muitos dos quais foram banqueiros antes de entrarem para política, os reguladores de mercado, as agências classificadoras de crédito que eram explicitamente corruptas e como eu disse, todos os apoiadores da desregulamentação. Estes caras não prejudicaram apenas os EUA, que hoje tem cerca de 30 milhões de americanos comendo na fila do sopão, mas trabalhadores (ou ex-trabalhadores) em todo mundo. Onde estão estes banqueiros e bandidos hoje? Livres, curtindo bonus de 100, 200… 800 milhões enquanto a população miserável aumenta.

A Crise de 2012 AngeliCrise

Mas onde fica o Brasil e a Austrália nesta situação toda. Quando o barco afundar, o Brasil e a Austrália ao meu ver estarão na pequena lista de países com fôlego para pular do barco e sair nadando até a praia. Cansados, mas ainda assim vivos e prontos para uma rápida recuperação.

O Brasil por estar acostumado a enfrentar crises piores há várias décadas. É como a história de um filme argentino que assisti há alguns anos sobre a crise que abalou a Argentina (bem pior que a de 2008 ao meu ver). O filme conta a história de uma mulher rica que devido a crise perde tudo e não tem mais condições de pagar a empregada. O filme mostra como num momento de crise a empregada está muito mais capacitada a enfrentar aquela situação do que a patroa. O mesmo vale para o Brasil. Plano cruzeiro, plano cruzado, OTR, ditadura, impeachment, inflação descontrolada, remarcação diária de preços, tudo o que seria o cenário apocalíptico para outros países hoje o Brasil já passou e se reergueu, desta forma o país está naturalmente preparado a se previnir e enfrentar o que quer que esteja por vir em 2012.

Além disso, apesar de algumas falhas do governo Lula, desde o plano real ainda no governo Itamar, passando pelo governo de FHC, o Brasil tem organizado sua economia e apesar de tudo a Dilma está perfeitamente preparada como presidente. O problema maior é a bolha que se formou no Brasil com o crescimento econômico que o Brasil teve ao longo dos anos. Hoje tudo no Brasil é absurdamente caro, do McDonalds à carros populares. E por que tudo é tão caro? Alguns vão citar impostos, outros as taxas, mas na verdade não é nada disso.

Tudo é mais caro no Brasil pelo mesmo motivo que um Iphone custa muito mais aqui na Austrália do que nos EUA, apesar do dólar australiano estar mais valorizado que o americano. É mais caro simplesmente por que o povo está disposto a pagar mais caro. O preço de um produto não é estipulado levando em conta apenas o custo para vender tal produto, mas também o quanto o consumidor está disposto a pagar por aquele produto.

O raciocínio é simples. Você cria uma barraca de vender limonada. Se você vender a limonada por 50 centavos você obtem 30% de lucro. Porém o dia está quente, não há nenhuma loja de limonada na região e você sabe que se colocar aquela limonada por $1 real ainda assim as pessoas vão comprar de qualquer jeito. Você vai continuar vendendo a limonada por $0.50 centavos ou vai subir o preço para $1 real e obter mais que o dobro de lucro? O mesmo princípio é aplicado para o Iphone aqui na Austrália, para o carro importado e o Big Mac no Brasil.

Por que estou dizendo tudo isso? Por que é possível que esta bolha estoure em 2012, principalmente no setor imobiliário no Brasil que obteve um aumento desproporcional nos últimos anos. É só analizar o valor das ações de empresas do setor imobiliário nos últimos anos no Brasil. Houve um crescimento acentuado nos últimos anos, mas agora já está em queda. É como aquele apartamento que custava $150.000,00 reais em 2006 e hoje custa 4 vezes mais. Agora, vai tentar vender este apartamento por $600 mil agora. Todo mundo fala que vale, mas vender é outra coisa. Há um ano você provavelmente venderia sem problemas, hoje a situação é outra.

A Crise de 2012 chargeangeli207 marketing educacional

De qualquer forma o Brasil fez decisões acertadas na economia, e outras, não tão acertadas, mas necessárias socialmente e por todo histórico que o Brasil tem, certamente será um dos primeiros países a apresentar sinais de recuperação rapidamente se atingido pela crise. Isso quem contar em outros fatores que não vou entrar em detalhes aqui para não me alongar.

Já na Austrália a situação é tão boa quanto. A Austrália, em termos econômicos um dos países mais invejados em todo mundo. Também falam por aqui em uma crise no setor imobiliário. Eu acredito que não. Certamente que pode que cair 5, no máximo 10% em algumas regiões, mas dificilmente vai além disso, além disso, mesmo que o valor dos imóveis caiam, após a crise a recuperação tende sempre ser maior do que a queda. É um pouco preocupante para quem vive disso, mas quem comprou um imóvel para morar ou até para investir em médio ou longo prazo, acredito que não terá com que se preocupar.

Minha maior preocupação é com o susto da crise, como aconteceu em 2008 e ai começarem a acontecer demissões aqui e ali mais por causa do medo da crise do que pela crise em si. Acredito que haverá sim uma redução de efetivo, por exemplo, antes o cara tinha 5 pessoas trabalhando no seu café na city. Um para preparar o café, outro para servir as mesas, outro para o caixa, um para organizar as coisas e outro para auxiliar todo mundo. Este cara geralmente acaba mandando o excesso embora e se virando com 3 pessoas fazendo tudo. O mesmo vale para empresas aqui.

É muito cedo para falar e se fosse possível prever pode ter certeza que já teria muita gente ganhando dinheiro com isso, mas em tempos como este, por experiência, vejo que aquele que se levanta dizendo que sabe tudo é o primeiro a se dar mal e aquele que fica na sua, colhendo informações aqui e ali, analizando o mercado e principalmente vestindo a boia salva vidas para quando o Tsunami bater é geralmente aquele que se salva.

Para quem está vindo para a Austrália em 2012, acho que o cenário não é desesperador, mas é preciso cautela. Os valores dos alugueis estão cada vez mais altos e a tendência é que continue aumentando e se a crise realmente acontecer, pode ser que diminua um pouco a oferta de empregos. Para quem vem com um visto de estudante tentando um emprego na área a situação pode ser ainda mais complicada, mas cada caso é um caso e tudo pode acontecer, o importante é se previnir, pois quem estiver preparado, com crise ou não, certamente sairá no lucro.

Dicas para Tempos de Crise ou não:

“Prospering just doesn’t have to do with money”. Joel Osteen 

  • Escolha viver uma vida simples. Quanto mais você tiver mais irá querer.
  • Liberdade financeira significa compartilhar com quem precisa
  • Estipule um limite financeiro para sua vida e decida nunca viver acima daquele limite, mesmo que amanhã você ganhe na loteria acumulada.
  • Pague todas suas dividas assim que possível, seja uma prestação do carro ou o mortgage da casa.
  • Não compre o que querem lhe vender, compre o que você quer comprar.
  • Quanto mais dinheiro você tiver, mais cuidadoso você precisa ser com como gasta seu dinheiro.
  • Tenha sempre registros dos seus gastos
  • Nunca deixe nenhuma dívida acumular. Se preciso venda o carro para pagar uma dívida, no final você pode acabar perdendo muito mais que isso em juros.
  • Evite garantir empréstimos de outras pessoas.
  • Não gaste aquilo que você não precisa. Você precisa levar o carro para lavar ou pode lavá-lo você mesmo? Precisa mesmo de uma empregada ou se comprometer-se a se dedicar mais pode exercer as tarefas da casa?
  • Evite parcerias de negócios.
  • Tome cuidado com a preguiça.
  • Sempre dê ouvido aos conselhos de sua esposa.
  • Seja sempre grato àqueles que lhe ajudaram.
  • Nunca, nunca, nunca, ame o dinheiro. O dinheiro serve para lhe servir e não o contrário.
  • Se possível nunca deixe de trabalhar.

Lembre-se sempre de ajudar sua família, amigos e até desconhecidos com a provisão que você tem. Pode parecer uma frase brega, mas como disse o humorista Sérgio Malandro: “Na roda gigante da vida nunca cuspa em quem está embaixo, pois lembre-se que ela esta sempre girando”.

Tenho um caso rápido sobre esta frase. Tenho um amigo que trabalha em um banco no Brasil. O chefe dele era o cara mais chato do mundo. Vivia lhe tratando mal, dando broncas na frente dos outros, pedindo coisas, sendo desrespeitoso como este meu amigo e com outros funcionários. Um dia o chefe pediu as contas, pois arrumou um emprego num cargo melhor em outra empresa.

Um ano se passou e ele (o chefe) foi mandado embora. Ele entrou em contato com um dos diretores do banco antigo e começaram a negociar a volta dele pro banco. Acontece que este meu amigo tinha subido de cargo e agora se o cara voltasse ia ser subordinado a este meu amigo a quem ele sempre tratou mal.

O diretor veio para este meu amigo e disse que estava pensando em contratar o cara de volta e se ele está OK com isso. Ele por um segundo até pensou em aceitar só para sacanear com o cara, mas pensou e respondeu que não. O diretor perguntou o motivo e meu amigo respondeu:

Eu trabalhava diretamente com ele e minha posição pode ser muito parcial. faça o seguinte. Pergunte para 4 funcionários que trabalharam com ele o que eles acham de ter trabalhado com ele, se eles tiverem coisas boas a dizer pode contratá-lo que eu me comprometo a trabalhar com ele novamente.

O diretor perguntou aos outros funcionários e nunca mais tocou no assunto.

A vida é assim, todos passamos por fases boas e ruins, o importante é ser humilde em qualquer fase da vida.

Pra terminar, se você crê em Deus, saiba que seu dinheiro vem de Deus, peça a Ele e comprometa-se aos propósitos Dele para sua finanças.

“Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas.” Mateus 6.25-34.

Para conferir algumas entrevistas interessantes sobre a crise

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Jerry Strazzeri
Jerry Strazzeri vive na Austrália com sua esposa desde 2006. Trabalha como Analista Digital na Austrália já tendo trabalhado em empresas no Brasil e Estados Unidos. Cidadão Australiano, junto com seu trabalho está concluindo uma graduação em Leadership. Junto com sua esposa Michelle, foi responsável por diversos sites na área de educação e TI e criaram o Brazil Austrália em 2006 para ajudar aqueles que estavam imigrando ou vindo estudar na Austrália. "Mas eu e a minha família serviremos ao Senhor" ~ Josué 24:15 Veja meu outro blog - Siga-me no Quora

6 COMMENTS

  1. Parábéns, cada vez que leio seus posts admiro mais sua competência, essa matéria de econômia brasileira e australiana ficou muito boa, espero que os problemas sejam minimizados para todos nós!

  2. Excepcional esse Post Jerry!!!! Parabéns….estarei indo pra Austrália agora em 2012 e espero muito que esses possíveis problemas passageiros para todos!!!!

    Happy New Year!!!

  3. Incrível! Descobri este blog ontem (literalmente) e estou absolutamente encantada com tudo! Este último artigo – digno de publicação em jornal, diga-se de passagem – matou a pau! Uma visão madura, imparcial e com uma pincelada de análise de todos os lados da situação. Ideal para quem está indo ou já está na Australia e está se sentindo um pouco perdido com essa avalanche de notícias! É um norte para que todos avaliem sua situação! CONGRATS!!!!! Saudações! Beijos a todos!

  4. Ola,

    Adoro ler o seu blog. Estou pretendendo ficar um ano fora do Canada e gostaria muito de ir viver na Australia. Estou estudando a possibilidade de fazer uma troca de escola com algum professor de escola publica/privada dai. Entre Sydney/arredores e Brisbane ou alguma outra cidade de tamanho médio no Queensland, onde vc me recomendaria ir?

    – Adoro praia e natureza para caminhar, joggings, bike, etc.
    – Gosto de tranquilidade
    – O custo de vida precisa ser razoavel (sou professora -rrssss)

    Um abraço!

    Nancy Lima

  5. Gostei e achei muito bom seu comentário sobre tempos de crise ou não! Que vc continue sendo usado por Deus para levar este tipo de mensagem ás pessoas, conselhoa sábios que partem da palavra de Deus!

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